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Lula assina contratos para retomada de obras da UFN-III, fábrica de fertilizantes da Petrobras em MS

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25 de Junho de 2026 às 14:24
2 min de leitura
Lula assina contratos para retomada de obras da UFN-III, fábrica de fertilizantes da Petrobras em MS

Petrobras retoma obras de fábrica de fertilizantes abandonada após anos de paralisação O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, desembarcou em Três Lagoas nesta quinta-feira (25) para assinar os contratos das empresas responsáveis pela conclusão das obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III). A medida marca a retomada do empreendimento, que está parado há 11 anos, e faz parte da estratégia para ampliar a produção nacional de fertilizantes. Segundo a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, as obras serão retomadas em julho, com investimento superior a R$ 5 bilhões. A unidade estava com as atividades paralisadas há 11 anos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A expectativa é que a retomada das obras gere cerca de 8 mil empregos diretos e indiretos. A previsão é que a unidade entre em operação em 2029, ampliando a produção nacional de fertilizantes. Fábrica de fertilizantes deve ser entregue em 2029 Petrobras Sobre a UFN-III O projeto prevê a produção de cerca de 1,2 milhão de toneladas de ureia e 70 mil toneladas de amônia por ano. A localização da unidade deve facilitar o abastecimento de produtores de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e São Paulo, estados que concentram grande parte da demanda por fertilizantes no país. As obras da fábrica começaram em 2011, mas foram interrompidas em dezembro de 2014. Na época, a Petrobras encerrou o contrato com o consórcio responsável pela construção por descumprimento contratual. Em fevereiro de 2017, a Petrobras anunciou a venda da UFN-III e da Araucária Nitrogenados S.A. (ANSA) como parte da estratégia de desinvestimento e saída do setor de fertilizantes. Em maio de 2018, a estatal informou que iniciaria negociações exclusivas, por 90 dias, com o grupo russo Acron. O processo foi suspenso após decisão liminar do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu a venda de empresas estatais sem autorização do Congresso Nacional. Em junho de 2018, o plenário da Corte manteve a restrição para estatais, mas autorizou a venda de subsidiárias. Dias depois, a Petrobras retomou a venda da UFN-III e da ANSA. Na ocasião, a empresa afirmou que “a operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria da alocação do capital da companhia”. A UFN-III foi colocada à venda em 2017. O grupo russo Acron chegou a demonstrar interesse no negócio, mas desistiu da compra devido a dificuldades relacionadas ao fornecimento de gás natural, que viria da Bolívia. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
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